terça-feira, 22 de novembro de 2011

'Acredito muito na força da vida', diz Gianecchini sobre o câncer,








Em entrevista exclusiva ao Fantástico, exibida neste domingo (20), o ator Reynaldo Gianecchini fala sobre a luta contra o linfoma, um tipo de câncer que ataca as defesas do organismo. Ele comenta a morte recente do pai, vítima de um câncer, diz que passou por um tratamento espiritual e agradece o apoio dos fãs, que há mais de dez anos acompanham a carreira desse galã que conquistou o Brasil. Revela ainda que passará por um transplante em dezembro.
O ator conta que se sinte curado desde o primeiro dia. "É engraçado. Eu não jogo essa possibilidade de perder, embora tudo possa acontecer na vida, mas eu acredito muito na força da vida", afirmou o galã. "Quando você se depara com a questão da morte, e ela tão próxima, você começa a analisar o que tem de concreto, que é o presente. Viver intensamente aquele presente."
Em dezembro, ele será submetido a um autotransplante de medula óssea, que é feito para recuperar o sistema imunológico depois da quimioterapia. Primeiro, os médicos fazem uma biópsia da medula do paciente. Se ela não tiver células cancerígenas, uma porção é retirada e congelada.
Em uma segunda etapa, uma quimioterapia mais intensa destrói os tumores e todas as células de defesa do organismo. Os médicos então reimplantam a medula óssea retirada e o corpo volta a produzir células saudáveis.
O ator diz que teve a oportunidade de se despedir do pai, que morreu no dia 17 de outubro. “Eu tive uma despedida maravilhosa do meu pai. Teve um momento em que ele ficou inconsciente, porque ele teve que tomar morfina. Todo mundo foi descansar e eu falei que queria ficar com meu pai. Senti muita vontade de falar com ele, porque eu acredito que ele estava me ouvindo.” Gianecchini relata que chegou a cantar para o pai quando percebeu que as funções vitais dele começaram a cair e prometeu cuidar da família.
O galã lembra que os primeiros sintomas da doença se manifestaram em forma de alergia. Depois, apareceram gânglios na garganta, que foram examinados e indicaram o linfoma. O tratamento teve início dois meses após saber do câncer. E ele conta que procurou encarar com otimismo: “Beleza, ‘vambora’, vamos encarar”.
Info linfoma Gianecchini 1 (Foto: Arte G1)
Sangramento
Um dos momentos mais complicados foi quando os médicos tiveram que implantar um cateter para a quimioterapia e Gianecchini sofreu um sangramento, sendo transferido para a Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde se trata. “O começo foi bem tumultuado”, admite o ator. A primeira internação durou 26 dias.
“Quero dizer que estou muito forte e que essa minha força vem em grande parte desse carinho todo, desse amor, dos amigos...das pessoas que têm me mandado e-mail. Tenho lido todos”, disse Gianecchini quando foi internado pela primeira vez.
Sem cabelo
Gianecchini conta que decidiu raspar a cabeça por achar mais prático e não quis esperar o cabelo cair. Diz ainda que lembrou da cena da novela “Laços de Família” em que sua mulher, a personagem de Carolina Dieckmann, fica careca por causa de uma leucemia. “Eu me achei com cara de guerreiro, parecia um guerreiro mesmo.”
Espiritualismo
Gianecchini diz que procurou ajuda espiritual para superar esse momento difícil e até se submeteu a cirurgia espiritual. "Fisicamente, eu não senti nada. Eu sinto muita força, uma energia muito boa, uma corrente muito boa de amor. Isso eu sinto o tempo todo", disse.
Foram mais de três meses de quimioterapia. Ao todo, seis sessões. O ator diz que ficou com a imunidade baixa. “Peguei uma bactéria que ninguém sabe direito, porque é difícil detectar, no pulmão. Aí eu tive que ficar na UTI para ficar em observação. São os percalços do caminho, pela natureza da quimioterapia, né?”
Futuro
Quando fala sobre o futuro, o ator diz não ter parado para pensar sobre o que estará fazendo nas próximas semanas. Revela que quer tomar um banho de mar e voltar a trabalhar. No fim da entrevista, quando agradece mais uma vez todas as manifestações de carinho e apoio, chora e afirma que as lágrimas são de felicidade.




Será a divisão do Estado do Pará uma boa idéia?

O Congresso Nacional promulgou em 26 de maio o Decreto Legislativo nº 136, que dispõe sobre a realização de plebiscito para criação do Estado do Carajás. Corre simultaneamente no Legislativo o projeto para criação do estado do Tapajós, que foi aprovado com modificações na Câmara dos Deputados e, por isso, deverá retornar ao Senado para reapreciação.
Apesar da aprovação iminente destes dois Decretos Legislativos, ainda pairam várias dúvidas legais sobre o processo, das quais a mais importante é aquela sobre a abrangência do plebiscito. Não se sabe ainda se todos os paraenses serão consultados, ou se só os habitantes dos futuros estados decidirão sobre a cisão.
Essa questão, assim como muitas outras serão deixadas para decisão judicial, evitando assim um possível desgaste político da proposição. Outra decisão estratégica que parece ter sido tomada pelos apoiadores da divisão é a de se votar conjuntamente as duas divisões, o que aparentemente aumentaria as chances de sucesso de ambas.
É importante ressaltar que estes projetos são os primeiros de uma lista de 14 proposições de criação de novos estados ou territórios e, portanto, possuem um caráter, se não de jurisprudência, pelo menos de formação de precedentes. Em suma, o trâmite e procedimentos eleitorais das outras proposições serão balizados pelas decisões estabelecidas nesses dois casos.
Se levados a cabo, tais projetos reduziriam o Estado do Pará a 22% da sua área atual (Figura 1). No entanto, o território que restaria do Estado do Pará conservaria 71% de sua população atual de cerca de 7,5 milhões de habitantes. Carajás somaria uma população de cerca de 1,5 milhão de pessoas e Tapajós, de pouco mais de 800 mil[1].
Figura 1
Como Ficaria o Atual Estado do Pará

Um ponto notável dessa reordenação territorial seria a discrepância de densidades demográficas dela resultante: o Pará ficaria com 18,1 habitantes por km2, o que representa cerca de quatro vezes a densidade de Carajás e dezesseis vezes aquela que seria observada no Tapajós.
Sob o ponto de vista econômico, os dois estados nascentes seriam bastante díspares. Carajás teria um PIB estadual de cerca de 20 bilhões de reais, enquanto Tapajós contaria com um PIB de pouco mais de 4 bilhões[2]. A divisão setorial dos PIBs também se revela bastante distinta: em Carajás ocorre uma predominância industrial, setor que responderia por 54% do futuro estado, enquanto que o setor de serviços, com 42% da produção, seria o mais importante no caso de Tapajós.
Mas talvez a maior diferença entre os dois estados esteja nos PIBs per capita. Quando esses valores são apreciados, parece que o Pará está sendo dividido em regiões por ordem de pobreza. A região que formaria o Estado do Tapajós apresentou em 2008 um PIB per capita de R$ 5.628, o que corresponde a 70% do PIB per capita paraense naquele ano. Já para Carajás, tal valor chega a R$ 14.000, sendo 76% maior que o PIB do Pará. A diferença entre os PIBs per capita de Carajás e Tapajós seria de 150%, o que grosseiramente quer dizer que cada habitante de Carajás seria 2,5 vezes mais rico em média que os moradores do Tapajós.
Um forte argumento, a meu ver, contra a criação desses estados é a insustentabilidade financeira de ambos. Utilizando uma metodologia desenvolvida para estimar os custos de manutenção das unidades federativas brasileiras[3] é possível ter uma ideia de qual seria o montante de gastos anuais necessários para a condução das máquinas estaduais dos governos a serem criados.
Essa metodologia calcula o custo do governo estadual baseada no PIB estadual, na população do estado, na sua área geográfica e no número de municípios que o estado contém. A lógica aqui é a de que quanto mais população e PIB o estado tiver, maiores deverão ser os gastos estaduais, uma vez que a produção de serviços públicos, tanto sociais quanto de infraestrutura, também terá que ser majorada.
Os valores estimados por este método apontam para um total de gastos estaduais de R$ 1,9 bilhão no Estado de Tapajós e de R$ 3,7 bilhões no caso de Carajás[4].
Quando esses valores são confrontados com a produção local, pode-se ter uma ideia preliminar sobre a viabilidade econômica dos novos estados. Os PIBs dos potenciais estados podem ser calculados pela agregação dos PIBs dos municípios que o formariam.
Por exemplo, o Estado do Tapajós gastaria com o seu governo estadual a proporção de 44% do seu PIB. Naturalmente, isso não quer dizer que essa proporção do PIB do estado seria alocada para financiar as despesas estaduais, mas sim que a máquina estadual consumiria um valor equivalente a 44% da produção local.
No caso do Estado de Carajás a situação, embora melhor, ainda estaria longe de ser confortável. Esse Estado gastaria o equivalente a 19% do seu PIB com o governo estadual, o que é bem menos que a proporção do Tapajós, mas ainda assim é maior que a média nacional (12,5%) e maior que a média do Pará (16%).
Um ponto que merece ser frisado é que esses gastos acima citados dizem respeito apenas ao funcionamento regular dos governos estaduais e não computam os gastos necessários à construção da infraestrutura para seu funcionamento (sedes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; sede do Ministério Público; equipamentos para as secretarias de governo; etc.).
Também é possível se ter uma ideia, ainda que aproximada, do montante de receitas disponíveis a cada um destes novos estados. Para se realizar este exercício, tomam-se como base as receitas totais do estado do Pará em 2009, cujos valores são os últimos disponíveis[5]. Calcula-se então quanto desta receita iria para os novos estados baseado na proporção da arrecadação municipal das novas unidades. Assim se a receita municipal do conjunto dos municípios do novo estado corresponde a 20% da receita do total dos municípios paraenses, supõe-se que a receita total do novo estado será igual a 20% da receita estadual do Pará. Baseado nessas proporções, os valores encontrados para os Estados de Tapajós e Carajás são, respectivamente, 1,057 e 2,666 bilhões de reais.
Tais receitas e despesas dos novos estados implicam um déficit conjunto de R$ 1,873 bilhões, distribuídos entre Tapajós (R$ 864 milhões) e Carajás (R$ 1,009 bilhões). A Tabela 1 consolida essas estimativas:
Tabela 1
Estimativas Fiscais para os Estados de Carajás e Tapajós

Carjás Tapajós Total
Gasto Estimado do Estado em R$ bilhões 3,676 1,922 5,597
PIB* em R$ bilhões 19,232 4,343 23,574
Gasto em %PIB 19,1 44,2 23,74
Receita Orçamentária Estimada em R$ bilhões 2,666 1,057 3,724
Déficit Anual Estimado em R$ bilhões 1,009 0,864 1,874
Gasto por Habitante em R$ 2.681 2.490 2.613
Os números apontam para um déficit conjunto de 1,8 bilhão de reais anuais. Esse valor teria que ser coberto de alguma forma, provavelmente, para não dizer inevitavelmente, pela União.
As informações apresentadas não pretendem menosprezar os anseios das populações locais por melhores serviços públicos e qualidade de vida. Muitos dos habitantes dessas regiões se sentem negligenciados pelo governo estadual, em muitos casos com razão. O fato de o Pará ter amplo território faz com que a distância entre Belém e os rincões mais longínquos muitas vezes seja um obstáculo para a boa governança necessária ao desenvolvimento local. É inegável que governos mais próximos da população seriam mais responsabilizáveis[6] e que as regiões seriam beneficiadas pela criação dos respectivos estados.
No entanto, podem existir razões menos nobres, de maior ou menor legitimidade por trás das proposições de criação destes estados. Dentre elas a criação de inúmeros novos cargos eletivos e de confiança que permitiriam uma diluição da concorrência política por posições públicas.
O domínio político de áreas potencialmente geradoras de tributos também pode ser uma das razões motivadoras dessas proposições. A região que formaria o Estado do Carajás é rica em minerais e já conta com uma grande operação da Vale. A usina de Belo Monte, a ser construída nos próximos anos, será localizada em Vitória do Xingu, município que integraria o estado do Tapajós. Dificilmente o orçamento monumental dessa operação terá passado despercebido.
Contudo, a principal motivação para as proposições parece ser a inevitabilidade de aplicação de recursos federais nas regiões após o surgimento dos novos estados. Seja para construir a infraestrutura física, seja para saldar o déficit que, como foi visto acima, será criado a partir da criação das novas unidades federativas. Parece impossível que não haja aplicação adicional de fundos da União na hipótese de concretização da divisão.
Tal ideia é facilmente vendida para a população local, geralmente carente de serviços públicos. A perspectiva de atração de novos recursos, inclusive federais, traz uma esperança de que setores como saúde e educação possam ter melhorias significativas. O problema é que mais recursos para a região significam ou menos recursos para outras regiões, ou maior tributação em nível nacional, ou crescimento da dívida federal. Em uma sociedade democrática, pode-se escolher gastar mais em uma determinada região, arcando-se com uma dessas conseqüências. O problema aqui é que esta forma de atrair recursos federais é cara e antieconômica. As estimativas sugerem que a criação de um estado novo na federação brasileira adiciona ao gasto público total R$ 995 milhões[7] anualmente, somente para manter as estruturas criadas. Assim, o desmembramento do Pará em três estados acrescentará cerca de 2 bilhões de reais às despesas de governo no Brasil, dos quais, como vimos, cerca de 1,8 bilhão não poderão ser cobertos por receitas próprias dos novos estados.
Existem circulando hoje no Congresso Nacional propostas para a criação de 13 novos estados e territórios. Caso todas se concretizem, teremos uma federação com 37 estados, 3 territórios e cerca de 13 bilhões mais cara. Isso sem contar novas proposições que poderão surgir na esteira do sucesso dos projetos que ora tramitam. Por tudo isso, a divisão do Estado do Pará não parece ser uma boa idéia.

A Corrupção No Brasil,

O nosso país caminha por passos vagos. Apesar de arrecadar muitos bilhões de dólares por ano, a renda é muito mal distribuída; apesar de ser um país avançado, que tenta superar o estado de emergência em relação aos Estados Unidos e países europeus, perde, e muito, para a corrupção.
Segundo vi através das minhas pesquisas, o ano de 2008 fechou com 300 mil operações fraudulentas ou irregulares, um aumento de 112% em relação ao ano anterior, e ainda o Brasil perde anualmente com a corrupção política e empresarial cerca de R$ 160 bilhões, o que representa 6% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.
Não podemos deixar de criticar os atos que ficam impunes em nosso governo. A roubalheira chega a surpreender, pois muitos jornais, sejam eles impressos ou televisivos, chegam a denunciar atos corruptos, mas parece que o Estado apóia os embusteiros.
Não há como deixar de indignar-se diante da tamanha corrupção que assola as nossas administrações. E é essa a principal causa da indignação, pois os corruptos tiram de nós não apenas o pão que nos alimenta, mas a dignidade.
Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Brasil perde US$ 3,5 bilhões por ano com prejuízo à produtividade provocada por fraudes públicas. Perdemos com isso um investimento em educação e em saúde, por exemplo.
Enquanto noticiam as fraudes do governo e das empresas, a saúde sofre com a falta de medicamentos, de leitos, de médicos e as autoridades dizem estarem fazendo o necessário para melhorar o atendimento ao doente no SUS.
É deprimente o estado do nosso país. Ele está jogado às traças, ou melhor, à corrupção.

Adolescentes rebeldes.


 Neste mundo em que vivemos existem muitos adolescentes rebeldes, o que deixam os pais tristes e muitos não sabem como lidar com a rebeldia dos filhos adolescentes. Mas filhos rebeldes, não nasceram assim, eles se tornaram rebeldes.
O que pode contribuir para que seu filho se tornasse um adolescente rebelde? Muitos pais mimam demais os filhos, a ponto de a criança ter tudo o que quer e de maneira fácil, e acabam não dando valor para as coisas, nem mesmo tendo apreço pela atitude dos pais, que sempre supriram as suas necessidades.
O ideal é ter regras na família, cada um saber o seu papel. Os pais devem ensinar os filhos a terem respeito desde pequenos. Não faça tudo o que seu filho quer, mostre a ele, que as conquistas da vida, vem com esforço e trabalho, nada cai do céu.
Mas se você tem filhos adolescentes rebeldes e desobedientes, o ideal, é dialogar. Não adianta dar surra, gritar com eles, pois a adolescência é uma fase de transformação e difícil para os pais. Nesta fase, eles querem curtir, irem as baladas e muitos nem chegam no horário, fazendo os pais nem dormirem de preocupação. O adolescente precisa de regras e freios, ainda mais num mundo onde as drogas estão viciando cada vez mais adolescentes. Saibam quem são os amigos dos seus filhos e para onde vão, isto é ideal.
Exija que eles fiquem com o celular ligado, para que recebem a sua ligação. Os pais devem ser amigos dos filhos, mesmo na fase da rebeldia, explique a eles o quanto o ama e se preocupa com ele. Converse sobre a rebeldia deles, fale situações desagradáveis que aconteceu, como brigas em família, diga como se sente triste diante desta situações e combinem uma estratégia, onde não acontecerá mais isto.
Pergunte para o adolescente o que ele gosta e quer, diante da resposta, diga o que deseja deles, aí estabeleçam limites. Se o seu filho for rebelde e agressivo, tente investigar quais são as amizades atuais, se conheceu alguém diferente, se usou algo, como drogas e a partir destas informações, tente ajudá-lo, sempre com muito amor e paciência. Infelizmente, muitos casos de rebeldia e agressivadade dos filhos, são culpa dos pais. O lar da família, precisa ter harmonia e união, este é o primeiro passo, para o sucesso de uma família feliz!

10 dicas para um emagrecimento saudável.

10 dicas para o emagrecimento saudável


Comer, comer, comer! Para quem quer emagrecer, a comida não sai da cabeça 24 horas por dia.
 

O que era um ato espontâneo, passa a ser pré-determinado. Explica-se: emagrecer requer horários para as refeições, não poderá mais ir correndo para a geladeira a qualquer momento só para satisfazer uma mera vontade. Alimentar-se é fonte de prazer, mas, primeiramente, fonte de energia e nutrientes para o organismo.

Convenhamos, quando se fala em dieta ou disciplina alimentar quem é que não torce o nariz? Quem é que não acha que vai cair de pára-quedas em um campo de concentração, onde irá tocar a sirene da alimentação sem gosto?  

Esqueça tudo isso! Alimentação sem sabor e altamente restrita significa caminho oposto do emagrecimento saudável. Isso mesmo. Antes de dar pulos de alegria é bom saber e ter certeza do que pretende para você.

Emagrecer por estética só para entrar naquele vestido que insiste em ficar justo ou para entrar na calça de um ano atrás que tinha caimento perfeito faz com que loucuras sejam cometidas. Tenta-se de tudo. Dias e dias ingerindo somente saladas. É a dieta verde! Dias e dias bebendo só sucos. É a dieta da vitamina! Dias seguidos engolindo a mesma sopa. Que dieta é essa?

Atitudes emergenciais trarão sucesso? Depende do que se entende por sucesso. Se ele significa ir àquela festa com o tão sonhado vestido, parabéns! Um conselho? Prepare-se para o que virá. Não se desespere se, na semana seguinte, encontrar dificuldades em entrar na mesma peça de roupa. Agora, se pretende mudar a alimentação para ter um corpo mais saudável, mais disposto e mais bonito, a conversa é outra.

Não há fórmulas mágicas. Se quer uma receita para te ajudar a emagrecer, sem segredos, atividade física! Será bom estar mais disposto e, de quebra, queimar calorias e melhorar o condicionamento físico.

Emagrecer lentamente é desestimulante, já que não vê os resultados rapidamente? E o que dizer das várias tentativas frustradas? Como se sente quando se recorda de tantos sacrifícios?

Então, siga as 10 dicas para emagrecer de forma saudável. E, é claro, duradouro.

1. Não tenha pressa. Se está acima do peso, pergunte-se há quanto tempo carrega esse excesso. Então, para que eliminar peso do dia para a noite? (Clique aqui e veja quanto precisa emagrecer e comece agora sua reeducação alimentar!)

2. Corrija gradativamente a sua atitude em relação aos alimentos.

3. Não exclua de um dia para outro aquele alimento que só de pensar dá água na boa. Na verdade, nunca o exclua, mas saiba quando e quanto pode ingerí-lo.

4. Controle a ansiedade. Encontre uma distração ou um hobby que faça com que a sua atenção desvie da comida.

5. Estipule horários para as refeições.

6. Deixe de comer aquele doce e substitua pela fruta da sua preferência.

7. Beba muita, mas muuuuuita água.

8. Deixe o seu prato colorido. Saladas e legumes devem estar presentes diariamente no almoço e jantar.

9. Se alguém notar que está adotando novos hábitos e perguntar se está de "regime", mande um audível "não". Muitas pessoas adoram sabotar as boas intenções alheias.

10. Confie em você! Tenha sempre uma atitude positiva. Estar determinada e confiante é mais do que meio caminho andado para atingir o seu objetivo.      

Cuidados para você que come na rua,

cachorro quente


 

Preste atenção nas condições de higiene do local, no próprio alimento e de quem o está preparando. Saiba mais...

Comer na rua não significa necessariamente que a pessoa tenha que se alimentar mal. É possível fazer uma refeição balanceada e de qualidade, com os nutrientes necessários para o bom funcionamento do corpo. Evite alimentos mais gordurosos e privilegie carnes magras (frango e peixe), frutas, leguminosas e hortaliças. O refrigerante pode dar lugar ao suco e, na hora da sobremesa, uma salada de frutas pode substituir os doces. Mas para quem não dispensa um cachorro-quente, espetinho ou outras comidas comercializadas na rua, seguem algumas recomendações:
  • Preste atenção nas condições de higiene do local, no próprio alimento e de quem o está preparando;
  • O lixo no local deve conter tampa para evitar contaminações;
  • Todos os alimentos devem estar protegidos e não expostos ao ambiente;
  • Cocada, milho cozido e tapioca sem recheio têm baixo risco de contaminação e podem ser preparados com antecedência, desde que fiquem bem armazenados;
  • Alimentos como carnes, maionese, ovos, embutidos e queijos devem ficar sob refrigeração até o momento do consumo, pois são considerados de alto risco para a multiplicação de microorganismos;
  • O manipulador deve usar luva e ter local para lavar as mãos sempre que necessário.
Fonte: Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)

 

A higiene pessoal.






A higiene pessoal é importante para todas as pessoas e deve ser ensinada às crianças o mais cedo possível. As mudanças dos hábitos de higiene pessoal durante todo o processo evolutivo da humanidade são um dos factores mais significativos para que o Homem de hoje tenha uma maior longevidade e vida mais confortável.
Com as mudanças de atitude, o Homem adquiriu aprendizagens relacionadas com os seus padrões nutritivos e a cuidar melhor da higiene pessoal e do seu próprio corpo. Por isso, várias doenças causadas pela ingestão de alimentos contaminados e a falta de higiene pessoal diminuíram sensivelmente, levando a uma melhora da sua qualidade de vida e longevidade.
A influência que as condições de saneamento básico têm sobre a saúde da população é notória. Em relação às crianças, essas condições estão diretamente ligadas aos índices de mortalidade e mobilidade infantil.
A higiene pessoal dos filhos é uma tarefa que deve ser ensinada pelos pais. Só aos 6 anos é que a crianças estão suficiente maduras para cuidar de sua própria higiene pessoal. Os pais não devem passar a responsabilidade antes que elas estejam preparadas para tratar da sua própria higiene pessoal. Para que a criança seja bem educada em higienização e desenvolva bons hábitos é necessário que ela receba informações e exemplos. A higiene pessoal tem várias componentes, a higiene infantil, a higiene bucal, a higiene alimentar e muitas mais. Para ficar a saber mais sobre a higiene pessoal e outras coisas importantes para a saúde leia os nossos artigos sobre as diferentes técnicas de higiene pessoal, produtos de higiene pessoal e outros artigos sobre por exemplo a limpeza de pele.